quinta-feira, 6 de setembro de 2012

tudo pa(á)ra!

Nos divertimos juntos, palhaçadas e cosquinhas, fazemos companhia um para o outro e não ficamos colados o tempo todo, sabemos que temos um ao outro... ali.
Deitamos no sofá juntinhos para vermos um filme com mais um casal de amigos. Eu em seu colo na mais perfeita comodidade. Recebendo carinhos um do outro até que dormimos em meio a tudo aquilo. Exaustos, confortáveis, tranquilos e carinhosos. Acordamos para somente mudarmos de lugar. Fomos para um colchão na sala, mas nem ligamos. Só o que importava era a gente dormir agarrados. E você veio... deitou-se do meu lado e com suas carícias fui fechando meus olhos e aproximando cada vez mais de suas bochechas e como se perdêssemos o chão ali ficamos por minutos inesgotáveis, mas os quais queríamos mesmo que fossem. E suas mãos me envolvendo em carinhos; e as minhas em seus cabelos, não precisávamos de mais nada! Bastava permanecermos ali, juntos! E nos beijamos. Na sutileza de nosso beijo fomos nos aproximando cada vez mais, pra darmos mais outros muitos. Então, passamos pelo corredor e nos aprontamos pra dormir e deitamos juntinhos novamente, em sua cama e sem precisar de mais nada dormimos agarrados em meio a carícias e mais carícias. Tudo ao nosso redor sumiu, só precisava tê-lo ali. Mais nada!

Em meus braços...

Parte da trilha sonora em nossas mentes tinha sido iniciada. Te vi, você me viu e começamos a conversar e brincar um com o outro, como se já nos conhecessemos antes. Sentamos um ao lado do outro e com o frio nos unimos. Um cobertor pra nos aquecer, mas pra quê? Se podíamos nos aquecer sozinhos com tanto coração. E você se inclinou e encostou sua cabeça no meu ombro e em alguns minutinhos pegou no sono. Se sentiu tão confortável em meus braços como se não houvesse mais ninguem ali. Só a gente sabia o que estava acontecendo ali a fundo e o quanto nos fazíamos bem.

Holanda

Poxa, vida, que presente a condição que me impuseste de teu olhar me refletir! Vi em você tudo o que um dia em mim não se fazia mais. Credulância em seus carinhos passaste por mim como uma inocente criança. Ao aguardar sua transparência de alma e pensamentos, além da de seus olhos, me deixa à flor das ansiedades. Querer-te todos os dias; você dizer que me quer todos os dias, só me faz acreditar nessas suas palavras fofas e que nesse meu ímpeto de fazer dar certo, você compactue comigo. Me fez enxergar com outros olhos coisas que julgava diferente, não talvez por ter transformado o meu ponto de vista ou argumentado a favor delas, mas sim, por fazer eu querer gostar, só pra te agradar e te deixar feliz e perceber que somos ainda mais parecidos. As bobagens cinematográficas que fazemos um com o outro! Tudo parece tão verdadeiro que é arrebatador. Não sei mesmo como não acreditar.. ah, doce Holanda que me trouxe um presente.

terça-feira, 10 de julho de 2012

la chimie...

O lugar, o dia, a festa, o momento, a forma tudo surpreendente pra quem jamais iria imaginar em encontrar e se encantar com alguém. Foi tudo tão rápido e leal, que sabíamos o que sentíamos e nem precisamos falar nada pra acontecer. Só olhar. Será que é o famoso 'amor a primeira vista' ? Assim que te vi senti que tínhamos uma conexão, inexplicável. Nos olhamos e pelo jeito você também deve ter sentido o mesmo. E foi incrível. Além de nos entrosarmos nos completávamos e nos assimilavamos de várias formas, que pareciam mentiras suas pra me conquistar, mas que fui vendo que eram a mais pura e ingênua verdade, me deixando a mercê do destino e do inesperado deslumbrante. As cogitações dos nossos porquês... por quê eu? por quê ela? por quê assim? por quê aqui? por quê assado? Tantas semelhanças que nos conquistaram rápido e nos fizeram querer mais e mais. Uma química flamejante que fazia o mundo parar e a festa silenciar. Impressiona-me como tudo aconteceu, e como consegui encontrar uma pessoa tão encantadora dessa maneira, nesse lugar. Mais uma vez as infagações vão perambulando sobre minha mente. Só espero que você mesmo me chamando sempre pra nor vermos de novo, finalmente consiguemos um dia e mais dezenas de fogos de artifícios, buzinas em transito e tudo mais se silenciem e sejamos apenas dois.

não quer nada.

Passei por cima de algumas coisas e principios só pelo encanto por você, o diferente, mas tão igual a mim. Me satisfez de várias formas, foi tudo muito lindo, mas me enganando. Escondendo-se por baixo de uma armadura tinha um pegador, um sofredor, que após tempos de fidelidade e dedicação se mantem distante de qualquer coisa que venha lhe fisgar, lhe arrebatar. Afasta-se cada vez mais, com medo de ver, de sentir algo parecido com o que viveu, que talvez tenha transtornado, ou não, mas o simples não querer aquilo de novo, ao menos por agora, já me leva pra longe de você. Por mim está tudo bem, só fico desapontada com a pessoa que você me passou ser.. tão engraçado, tão fofo, tão carinhoso, tão bobo... tenho em mim a certezaz de que quero sua amizade, não importa se não fomos pra frente juntos como casal. O que tenho certeza é que o que vivemos foi muito legal, e a amizade que formentamos vai além, ao menos pra mim, do que a gente sentiu, viveu. Esperava que ao inves de ir se afastanto, me ignorando, sentasse e me explicasse, por mais que eu saiba, não ouvi de você. Quero que galguemos nossa amizade, já que o romance não foi pra frente depois de tanto encanto.

reabilitação

Era triste de pensar que tudo havia terminado, mesmo que eu tenha superado de uma maneira um tanto surpreendente. Havia em mim o desgosto por tentar voltar a me satisfazer de outras formas além das coisas que eu tinha em você. Você me deixou viciada e como em uma reabilitação me mantive afastada de várias coisas que me mantinham vivas. O escrever se tornou vazio e sem prospecção substancial, já que nada do que eu escrevia, ou tentava escrever, ardia de tanta proeza e profundidade quanto nos tempos com você. Me vi uma escritora falida, que não conseguia colocar mais marcas da sua identidade em seus textos, ou pelo menos não as exergava.
Por mais que houvessem trocentas outras coisas pra eu escrever que estavam me deixando no minimo preenchida, não vinha a me por a escrever. Demorei pra voltar a escrever, sim, mas não por não ter vivido nada de intenso, pois vivi; não por não ter sobre o quê ou quem escrever, pois tive; mas por simples descaso e falta de compreendimento do meu eu-lírico; por me por em segundo plano sob o adulto que prospera em mim saboreando o amargo trabalho e a rotina incansável, que me aniquilava. Pois bem, agora volto. Volto a manter minha vida nos posts desse blog. A me propor em deflagrar um pouco mais das minhas tormentas, aflições e ao mesmo tempo meus contentamentos, minhas felicidades e envolvimentos.
Só mesmo depois de um tempo pra voltar a ser o que era. Pelo menos julgados aos meus padrões do que eu era. Me libertei, me recriei.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

diploma.

E foi o fim de anos de estudos impostos e lutas surreais por uma instituição de ensino. Bom, sabemos que as amizades que realmente criamos vão prevalecer mesmo, e que novos caminhos serão trilhados. E que esses anos que passei estudando mortalmente matérias das quais não me caberiam nada para o meu futuro, mas que fez com que eu conhecesse pessoas maravilhosas e formasse um caráter, um eu que devo a eles. Me orgulho de mim, mas me orgulho de vocês, e ainda mais por cultivarmos a ligação que temos. Obrigada por tudo! Amo vocês. E que o futuro lhes reserve frutos maravilhosos e que possamos manter contato e nos reencontrarmos durante a nossa trajetória. 

e acabou...

Como suspeitava nas minhas veias e entranhas o que tinha pra falar não era nada do que eu esperava. Totalmente sem motivo expressado as claras a mim, mas eu tive que aceitar e me conter para não abrir minha boca e dizer tudo o que eu queria; dizer o que eu não queria! Não queria que acabasse assim, algo que pra mim estava tão bem, belo e bondoso para o meu coração. 
Confesso que chorei, que realmente sofri, mas que me surpreendi também, com a facilidade com a qual pude superar todo o ocorrido. Foi difícil. Ainda mais por cada canto da minha casa eu tenha deixado invadir além da minha pele, coração e mente. A cada passo que eu dava lembrava de uma determinada historia, de uma determinada conversa, de uma risada... mas como dizem: isso passa! E passa mesmo. Obviamente ainda tenho ele bastante marcado na minha massa, por tudo o que ele foi, significou e ajudou-me. Eu realmente gostei do tempo que passei com ele, mas não sei como eu consegui me recuperar tão rápido. Acho que é o caso do sexto sentido feminino que gritava já pelo término. 
Não me arrependo nem um pouco de ter estado com ele. Hoje, ainda vejo ele como um amigo, uma pessoa especial. Porém não posso dizer que nunca, mas pelo menos por enquanto, se houver chance de voltarmos ainda, acho que não iria querer. Com medo de perdê-lo de novo para um nada, ou um algo desconhecido e forte, que eu não possa controlar ou superar. Mas fica ai o meu obrigada e a prova da minha superação.
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