terça-feira, 19 de julho de 2011

indulge

Enquanto eu vou torturando-me por achar que a esperança ainda flameja, me deleito por seus carinhos, seus sorrisos, seus olhares.. o que transforma qualquer momento tumultuado e barulhento em somente seu. Cada pensamento, cada corpo, tem-se você impregnado, legitimamente tomado por seu cheiro, voz e presença. Toda a amizade lindamente posicionada que temos, canaliza-se por singelos momentos que passamos juntos, ou talvez não tão singelos assim pra mim. Rimos como bobos, sem nos preocupar se os outros entenderam ou não, só interessa o nosso saber, o nosso entender. Você age de forma que eu não consigo resistir a não consentir com isso, o máximo que tenho conseguido aguentar é me segurar pra não acariciá-lo também, não procurá-lo. Será que até quando eu aguento? Tudo o que você faz, me traz ainda mais pra você, indo contra a tudo o que eu planejo. Estou me envolvendo cada vez mais, o que eu não deveria, correndo risco da queda ser ainda maior.

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